quarta-feira, 19 de maio de 2010



Governo e Senado se unem para destruir a floresta amazônica
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Notícia - 19 mai 2009
Emenda do senador Eliseu Resende, relator da MP que libera a construção de estradas na região sem licenciamento ambiental, piora ainda mais o que já era ruim.



O que era ruim ficou ainda pior. Depois que o deputado José Guimarães (CE-PT) - aquele que teve um assessor flagrado com dólares escondidos na cueca - propôs emenda à MP 452 a pedido do presidente Lula e da ministra Dilma Roussef dispensando licenças ambientais prévias a obras em rodovias brasileiras, agora foi a vez do senador Eliseu Resende, relator da MP, acrescentar mais uma dose de maldade na história toda.Agora mais do que nunca é que a situação da nossa floresta amazônica esta complicada, pois governo e senado então aliados para destruir a nossa floresta,porque e da floresta onde eles iram obter lucros e vantagens.A floresta esta na mão deles.

senador do DEM mineiro, que já foi ministro da Fazenda do governo Itamar - e saiu do governo ao ser acusado de ter intermediado empréstimo milionário para a empreiteira Odebrecht -, incluiu no texto da MP 425 novos artigos que, em resumo, colocam a construção de estradas no Brasil fora de qualquer controle dos órgãos ambientais.



ONGs criam aliança em defesa das florestas e do cerrado brasileiros
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Notícia - 17 abr 2001



Dez organizações da sociedade civil lançaram hoje, durante conferência de imprensa em Brasília (DF), a Campanha SOS Florestas (1) para impedir que possíveis mudanças no atual Código Florestal Brasileiro venham ampliar o desmatamento no País.Essas ongs iram ajudar bastante e tentar juntamente conosco a salvar o nosso planeta terra. As alterações, em discussão no Congresso Nacional, iriam afetar as Áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente (APP) (2), em detrimento do bem estar da população e da biodiversidade.
"O texto atualmente em vigor foi amplamente discutido no âmbito do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), entre os meses de janeiro e março de 2000, e representa a vontade da sociedade civil brasileira em compatibilizar um modelo de desenvolvimento agropecuário com a conservação dos recursos naturais para as gerações futuras", explica Flávio Montiel, assessor político do Greenpeace.
Por ter sido debatido em cerca de 25 fóruns em todas as regiões brasileiras, o documento propiciou o atendimento de muitas das reivindicações do setor rural, criando mecanismos compensatórios para proprietários que não cumpriram a lei ao longo dos anos e a possibilidade de recuperação de áreas ilegalmente degradadas com prazos e condições generosas, entre outros benefícios. (3)

Nova Rede de proteção à Amazônia
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Notícia - 1 dez 2008


Programas do Greenpeace de combate à madeira ilegal voltados para o poder público ampliam atuação para incluir outros setores da sociedade no combate à madeira ilegal
Estima-se que até 80% da extração madeireira na Amazônia seja ilegal. A exploração ilegal de madeira abre caminhos para que atores que atuam na clandestinidade, como fazendeiros e grileiros, tenham acesso a áreas intactas de florestas. Cerca de 60% do total produzido anualmente são consumidos pelo mercado brasileiro.Muita gente só pensa em si,acabam com a nossa floresta ,derrubando árvores para fazer coisas que ele mesmo ultilizara,matam animais para fazer roupas com sua pele e vender por um valor absurdo etc, é dessa maneira que o ser humano vai destruindo cada vez mais o meio ambiente.Quando o programa nasceu, em 2003, o Greenpeace estava convencido da responsabilidade de governos estaduais e municipais em provocar uma mudança positiva e sistêmica no consumo de madeira pela administração pública, responsável por 1/3 do consumo brasileiro.
"Estados, municípios e os próprios órgãos do governo federal consomem grandes quantidades de madeira na construção de obras públicas. A decisão de agir - ou não - por parte de governos define se o poder público será co-responsável pela destruição da floresta ou se será parte da solução. Da mesma forma, empresários e consumidores, principalmente da construção civil e das indústrias moveleiras, poderão agora participar dessa rede do bem fazendo a sua parte como consumidor consciente", diz Adriana Imparato, coordenadora dos programas no Greenpeace, que continuará à frente do trabalho na Rede Amigos da Amazônia.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Greenpeace entrega ao Itamaraty 360 mil assinaturas pela criação de Santuário de Baleias
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Notícia - 14 jun 2000
O Greenpeace entregou hoje ao Ministério das Relações Exteriores 360 mil assinaturas em favor da criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul. Uma baleia inflável com sete metros de comprimento destacava-se no meio dos 40 ativistas da entidade ambientalista que participaram da manifestação.
A proposta de criação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul foi encaminhada pelo Brasil à Comissão Baleeira Internacional (CBI) mas não será votada na próxima assembléia da entidade, em julho, na Austrália. Além disso, o governo brasileiro não terá direito a voto na reunião porque está inadimplente com sua taxa anual, o que lhe dará apenas direito à voz.
"Não é comum que um país em desenvolvimento como o Brasil tenha uma postura tão pró-ativa e exemplar do ponto de vista ambiental em favor da proteção de animais ameaçados de extinção", diz Cristina Bonfiglioli, Coordenadora da Campanha de Ecologia Oceânica do Greenpeace Brasil. "Mas é no mínimo incoerente que o governo faça a proposta, encaminhe formalmente e não lute pela implementação da mesma."



Congresso aprova projeto de lei que libera desmatamento

A ocupação urbana do Brasil, como se sabe, é bastante desordenada. Uma das mais graves consequências desse problema é a destruição da Mata Atlântica, bioma que concentra a maior parte da população brasileira, cerca de 120 milhões de pessoas, hoje reduzido a cerca de 7% da sua área original. O Código Florestal, ao lado do Estatuto da Cidade, é o instrumento que, ao menos, minimiza esse processo. É ele que impede o avanço da fronteira urbana em restingas, encostas, brejos e falésias, lagunas, manguezais, margens de rios, entre outros locais definidos como áreas de preservação permanente devido à importância que possuem para a integridade de processos ecológicos e para o bem-estar humano. A proteção dessas áreas, entretanto, está em risco.

A proposta afeta especialmente a Mata Atlântica e a Zona Costeira, onde a especulação imobiliária já é uma das principais ameaças e poderá comprometer as áreas importantes para a conservação do solo e de recursos hídricos, agravando situações já recorrentes nas principais metrópoles brasileiras, como a poluição dos recursos hídricos, a incidência de enchentes e o abastecimento de água em locais já comprometidos como a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

Os ministros deviam não pensar apenas no crescimento urbano, mais sim na preservação do meio ambiente, hoje em dia as pessoas só pensam em si mesmas e não pensam no futuro de nossas florestas pois mal sabem elas que futuramente serão prejudicadas, porque é da floresta que dependemos dela para sobreviver.