quarta-feira, 19 de maio de 2010


Nova Rede de proteção à Amazônia
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Notícia - 1 dez 2008


Programas do Greenpeace de combate à madeira ilegal voltados para o poder público ampliam atuação para incluir outros setores da sociedade no combate à madeira ilegal
Estima-se que até 80% da extração madeireira na Amazônia seja ilegal. A exploração ilegal de madeira abre caminhos para que atores que atuam na clandestinidade, como fazendeiros e grileiros, tenham acesso a áreas intactas de florestas. Cerca de 60% do total produzido anualmente são consumidos pelo mercado brasileiro.Muita gente só pensa em si,acabam com a nossa floresta ,derrubando árvores para fazer coisas que ele mesmo ultilizara,matam animais para fazer roupas com sua pele e vender por um valor absurdo etc, é dessa maneira que o ser humano vai destruindo cada vez mais o meio ambiente.Quando o programa nasceu, em 2003, o Greenpeace estava convencido da responsabilidade de governos estaduais e municipais em provocar uma mudança positiva e sistêmica no consumo de madeira pela administração pública, responsável por 1/3 do consumo brasileiro.
"Estados, municípios e os próprios órgãos do governo federal consomem grandes quantidades de madeira na construção de obras públicas. A decisão de agir - ou não - por parte de governos define se o poder público será co-responsável pela destruição da floresta ou se será parte da solução. Da mesma forma, empresários e consumidores, principalmente da construção civil e das indústrias moveleiras, poderão agora participar dessa rede do bem fazendo a sua parte como consumidor consciente", diz Adriana Imparato, coordenadora dos programas no Greenpeace, que continuará à frente do trabalho na Rede Amigos da Amazônia.

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