terça-feira, 18 de maio de 2010



Congresso aprova projeto de lei que libera desmatamento

A ocupação urbana do Brasil, como se sabe, é bastante desordenada. Uma das mais graves consequências desse problema é a destruição da Mata Atlântica, bioma que concentra a maior parte da população brasileira, cerca de 120 milhões de pessoas, hoje reduzido a cerca de 7% da sua área original. O Código Florestal, ao lado do Estatuto da Cidade, é o instrumento que, ao menos, minimiza esse processo. É ele que impede o avanço da fronteira urbana em restingas, encostas, brejos e falésias, lagunas, manguezais, margens de rios, entre outros locais definidos como áreas de preservação permanente devido à importância que possuem para a integridade de processos ecológicos e para o bem-estar humano. A proteção dessas áreas, entretanto, está em risco.

A proposta afeta especialmente a Mata Atlântica e a Zona Costeira, onde a especulação imobiliária já é uma das principais ameaças e poderá comprometer as áreas importantes para a conservação do solo e de recursos hídricos, agravando situações já recorrentes nas principais metrópoles brasileiras, como a poluição dos recursos hídricos, a incidência de enchentes e o abastecimento de água em locais já comprometidos como a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

Os ministros deviam não pensar apenas no crescimento urbano, mais sim na preservação do meio ambiente, hoje em dia as pessoas só pensam em si mesmas e não pensam no futuro de nossas florestas pois mal sabem elas que futuramente serão prejudicadas, porque é da floresta que dependemos dela para sobreviver.



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